sexta-feira, 25 de junho de 2010

Feliz dia da independência moçambicana

God bless you Michael Joseph Jackson

                                                  
       29 de Agosto de 1958 Los Angeles , 25 de Junho 2009
                                      

terça-feira, 22 de junho de 2010

Tinha que ser na praça da independência?

 Hoje fiquei boquiaberta as 15h. eu andava da Av: Ho Chi Minh, depois do hotel Rovuma, para quem vai a baixa da cidade Av guerra popular, de repente vejo mais de 5 jovens menores  de idade e comentavam mas com duvidas, porque ouvi um deles de repente a perguntar ; como é que vão escrever naquele dístico (Av: Olof Palme , cruzamento com Ho Chi Minh ) viva o Presidente Armando Emílio Guebuza. Para as comemorações do dia 25 de Junho, dia da independência nacional na praça da independência e não os nomes dos heróis moçambicanos que aprendemos na escola. Fiquei  estonteado, virei e olhei para os ´´putos´´ e realmente acho sério, eles tem razão, como é possível desprezarem os nomes dos heróis que ensinam-nos  na escola? como se o Presidente estivesse a perder a simpatia e desvalorizado pelo povo e haver tendências de se esforçarem para ganhar o lugar, os heróis deste pais são os vivos , depois dizem que os jovens de agora não tem auto estima de ser moçambicano, é vergonhoso Jorge Rebelo tem razão .

domingo, 20 de junho de 2010

MBS - Ou Comigo ou Contra Mim

Saturday, 19 June 2010


Desde que MBS foi designado "barão de droga" pelos Americanos no passado dia 01 de Junho 2010, o assunto tem alimentado várias paixões em Moçambique. Minhas também. Não era para menos. Muitos comeram do prato do MBS, comem e ou tem pretensões de o fazer futuramente. Até aqui, somente o Advogado Máximo Dias tem "tacho" garantido com mandato explícito e procuração para defender o nosso querido venerando MBS (p.s. defender um "barão" designado também apanha nas nádegas!?). Mas a concorrência para este lugar de "defensor oficioso" é enorme. Vinda de todos os quadrantes. Desde os meios empresariais, políticos, religiosos, imprensa, associações profissionais, até mesmo a ordem dos advogados, ... etc, etc,
Moçambicanos há que teimam em enxergar para além do seu nariz achatado e umbigo esfarrapado, que de tanto ser alimentado, chegou ao ponto de bloquear os canais de passagem de oxigénio para o cérebro.
Sanções são uma medida preventiva, disciplinar e punitiva estratégica, de natureza selectiva, inteligente, sem uso da força, que se queira eficiente, eficaz e demolidora a curto, médio e longo prazos. No mudo civilizado de hoje, sanções são uma opção cada vez maior, ao invés do uso da força. Por exemplo, na família, na educação das crianças, já não se advoga o uso da força, palmatória ou "chibalo" para endireitar e disciplinar os petizes e/ou os "rapazes de 50 anos" de outrora. A persuasão acompanhadas de "sanções selectivas e inteligentes" são as mais aconselhadas. Em vez de espancar a criança, privamo-la do direito de assistir a telenovela preferida, o "pockemon", ou o uso do celular por alguns dias, sob condição de se operarem mudanças drásticas de atitude e comportamento. Nas relações internacionais e "inter-estados" na actualidade, as sanções tem sido largamente usadas como opção (ao invés do uso da força) e com resultados "animadores e encorajadores". Por exemplo, sem as "sanções selectivas e inteligentes" impostas ao governo do Zimbabwe, certamente que o Mugabe estaria a maltratar o seu povo e a mandar "chamboquear" em público o líder da oposição, sem contemplações ... até hoje. Por muito que alguns tentem defender Mugabe, as sanções foram a "consequência" e não a "causa" das medidas repressivas impostas pelo regime contra o seu próprio povo, branco e preto. leia mais aqui no Debates e desvaneios

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Jornalismo vergonhoso

Canal de Opinião: por Borges Nhamirre


Maputo (Canalmoz) – Evito, sempre que possível, criticar publicamente os erros dos colegas, porquanto entendo que somos uma classe e “roupa suja não se lava fora”. Mas, quando um comportamento desonesto e deliberado de um colega se confunde com o “modus operandi” de toda a classe e atira areia aos olhos do povo, é preciso repudiá-lo publicamente.
Escrevo a propósito da peça apresentada no telejornal da TVM, do dia 10 de Junho de 2010. Escuso-me a citar o nome do seu autor, pois não é meu objectivo atacá-lo pessoalmente, mas sim criticar o seu trabalho. E, neste, partilha as responsabilidades com a direcção editorial da TVM.
No mesmo dia em que o director do Gabinete de Controlo de Bens Estrangeiros do Departamento do Tesouro dos EUA, Adam Szubin, concedeu uma vídeo-conferência na Embaixada norte-americana em Maputo, para explicar os contornos do “caso MBS”, o jornalista da TVM exibiu uma peça produzida na sala de estar do empresário Momade Bachir Sulemane – ressalvo que não tenho nada contra nem a favor dele. Na peça, Bachir aparece a chorar perante as câmaras da TVM, com os membros da sua família reunidos. Até se confundia com uma telenovela ou comédia televisiva!
Com toda a naturalidade, o jornalista dizia, no primeiro “RM” da sua peça, qualquer coisa como o seguinte: “Surpreendemos o empresário na sua residência a chorar pela degradação da sua imagem”.
Tenho imensas dificuldades de escrever se aquilo foi uma peça jornalística ou um vídeo de comédia passado num programa informativo.
O jornalista tentou fazer acreditar aos telespectadores da TVM, que ele e o seu “camara-man” invadiram a mansão do empresário Momade Bachir Sulemane, foram até à sala de estar, e apanharam de surpresa ele e a sua família a chorarem. Será isso possível? Mesmo quem não conhece a residência de Bachir, julga possível um jornalista invadir uma residência de um cidadão e pôr-se a filmar tudo e todos, sem autorização prévia dos donos da casa?
Como se a casa do tal empresário não fosse protegida por armas e canhões. Como se o jornalista se tivesse deslocado à casa do tal empresário sem prévio contacto entre ambos. Como se todos os moçambicanos fossem tolos e acreditassem nas histórias de almanaques “Tio Patinhas”.
O que o jornalista da TVM, com o beneplácito da sua direcção editorial, apresentou, foi uma verdadeira vergonha para ele como profissional que se preze, vergonha para a televisão onde trabalha – a qual, para piorar a situação, é pública e funciona com contribuições de cidadãos.
Não posso afirmar que aquilo foi vergonha para todos jornalistas, mas foi, para alguns, grande angústia. Uma revelação pública da indignidade da profissão. Foi burla para os contribuintes que pagam impostos para o funcionamento da televisão pública.
E o choro diante das câmaras?! Não estou a dizer que Bachir não sofre pela situação que está a passar. Seja ele inocente ou “narcotraficante”, tem motivos para chorar. Ninguém gosta de ser acusado por algo que não fez, assim como ninguém gosta de ver os seus actos ilícitos tornados públicos. Estou simplesmente a duvidar da originalidade do choro de Bachir.
É que quem chora de verdade não o faz nos telejornais. Quem chora de verdade não interrompe o pranto para falar perante as câmaras.

(Borges Nhamirre)
2010-06-18 07:05:00

segunda-feira, 14 de junho de 2010

VIVA ÁFRICA, ÁFRICA DO SUL

O Mundial 2010 está a decorrer muito bem , e queimando os invejosos que os seus países não foram escolhido pela FIFA,de criticas falaram de tudo até o que não sabiam, não acreditavam que a África do sul cumpriria o prazo e a qualidade dos estádios , hoje tem os estádios mais bonitos e modernizados do mundo, e teve os momentos mais bonitos do mundo na gala de abertura do mundial 2010 com espectáculos gigantes, etc,etc , houve assaltos a faltar poucos dias para o arranque do mundial é ai que os invejosos deitaram água quente para FIFA criticaram e insultaram porque não havia segurança na RSA, temos muitos Países Africanos que tem mais segurança do que os europeus e mais fora da África, só para acreditar moçambique é o 2º pais da África mais seguro, leia aqui, o  que não temos e somos criticados e humilhados  e esperar pela  gorjeta, é o dinheiro para desenvolver os nossos países, só tem para desenvolver as famílias próprias dos donos dos países porque lutaram para a independência dos países africanos.
Até em empresas de minerais dos países as famílias dos poderosos é que são os donos. mas um dia vai mudar.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

VIVA ÁFRICA

Hoje inicia o mundial 2010 na África do Sul, é um orgulho para todos Africanos incluindo os que vivem fora da África, América, Ásia, Europa, pude ver isso ontem na STV quando entrevistaram o R.kelly chegando na RSA e ele disse que esta la para assistir o Mundial e que África do Sul é o 2º pais dele, e desejou boa sorte para  os moçambicanos, gostei de ver e ouvir dele sendo um musico muito conhecido como provou-se ontem,
Sentindo saudades dos meus ídolos que com muita certeza estariam no mundial em África, os meus pesamos pela falta e saudades de vocês ai vão os nomes e imagens deles: Boby Marley, Samora Machel, Miriam makeba, Michael Jackson, Deus vos abençoe

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Música africana de luto Morreu Oliver N´Goma


Maputo (Canalmoz) – Faleceu na madrugada desta segunda-feira, no hospital Militar “Omar Bongo Ondimba”, em Libreville, o músico Oliver NGoma , vítima de insuficiência renal. A sua morte acontece dois dias após o lançamento de um documentário e de um livro sobre ele. Preparava-se para gravar um novo álbum.
Olive NGoma, com o seu estilo “afro-zouk” e “reggae”, é considerado um dos maiores sucessos da música popular africana dos últimos 25 anos. Foi cantor e guitarrista, que se inspirava no seu pai, professor, tendo se notabilizado na arena musical com o álbum “Bane”.
“Bane” foi a canção que projectou Oliver NGoma nas paradas das principais rádios do mundo, principalmente as francesas. Quando encontrou o músico cabo-verdeano Manu Lima, em Paris, fizeram bastante sucesso nas pistas de dança.

terça-feira, 8 de junho de 2010

CONVITE À IMPRENSA

A Embaixada dos Estados Unidos da América tem a honra de convidar os jornalistas de Maputo a assistir à vídeo-conferência, em directo, com o Dr. Adam Szubin, Director do Gabinete de Controlo de Bens Estrangeiros do Departamento do Tesouro (OFAC), com tradução em Português, sobre o anúncio relativo à aplicação de sanções a entidades da propriedade do Barão da Droga, Mohamed Bachir Suleman.

Local: Serviços Culturais da Embaixada dos E.U.A. (Av. Mao Tsé Tung, 542)

Data: Quarta-feira, 9 de Junho de 2010


Hora: 14:45

EMBAIXADA DOS EUA - SERVIÇOS DE IMPRENSA - Av. Mao Tsé Tung, 542 - Maputo - Tel: 21 49 19 16 –
Fax: 21 49 19 18 - Email: MaputoIRC@state.gov - Homepage: http://www.maputo.usembassy.gov/

fonte;http://manueldearaujo.blogspot.com/

No bairro de Benfica, em Maputo ,Polícia apreende armas, munições e uma viatura numa residência

Maputo (Canalmoz) – Na última sexta-feira à tarde, a Polícia da República de Moçambique deteve um indivíduo, de quem recuperou três armas AK 47, uma pistola, 84 munições e uma viatura da marca Honda, com a chapa de matrícula MMQ 94-62. A Polícia disse que o indivíduo detido faz parte da quadrilha que, na última quarta-feira, foi alvo de um ataque policial, no condomínio “Vila Esperança”, da Mozal, na localidade de Beloluane, em Maputo.
Segundo a porta-voz do Comando da PRM da cidade de Maputo, Sílvia Mahumane, a Polícia invadiu o esconderijo dos malfeitores, no bairro de Benfica, próximo da 15.ª Esquadra, graças à denúncia telefónica de moradores.
Sílvia Mahumane disse também que, durante o confronto entre a Polícia e o grupo de malfeitores, não houve mortos nem feridos, apenas se conseguiu recuperar armas, munições e um carro, conforme acima descrito.
Na operação, a Polícia conseguiu capturar apenas um indivíduo, e os restantes três puseram-se em fuga.
Na operação de Beloluane, que foi executada pelos agentes da Força de Intervenção Rápida, a Polícia foi assassinado um agente da corporação quando os cabecilhas do grupo de malfeitores se puseram em fuga da residência onde a polícia fez algumas detenções. Tal ocorrência foi noticiada pelo Canalmoz na sua edição da última quinta-feira.
(Conceição Vitorino)

segunda-feira, 7 de junho de 2010

A Opiniao de Machado da Graça

"Escrevo-te hoje para comentar uma particular honraria com que foi galardoado um nosso concidadão"


MARCO DO CORREIO
Por Machado da Graça

Olá António

Como vai essa saúde? Do meu lado tudo bem, felizmente.
Escrevo-te hoje para comentar uma particular honraria com que foi galardoado um nosso concidadão.
Eu já sabia há muito tempo que é costume a Rainha de Inglaterra atribuir títulos de nobreza aos cidadãos que se destaquem nas suas áreas de actividades.
Escritores como Terry Pratchett, por exemplo, passam a ser tratados por Sir Terry Pratchett a partir do momento em que a Rainha lhes concede o título de Cavaleiro, ou qualquer outro título nobiliárquico.
Não sabia era que o Presidente dos Estados Unidos também tomava esse tipo de decisões.
Descobri-o agora ao saber que Barack Obama atribuiu a um concidadão nosso o título de Barão.
Junto com o novo Barão moçambicano receberam também o mesmo título um cidadão do México, um da Guiné-Bissau e dois do Afeganistão. Todos eles considerados Barões por Barack Obama.
Até onde percebi esta atribuição do título de Barão começou a ser feita nos Estados Unidos a partir do ano 2000 e, até agora, já receberam essa distinção 87 indivíduos das várias partes do mundo.
É, portanto, a esse selecto grupo que o nosso compatriota se vai juntar por decisão do Chefe de Estado americano, transmitida a partir da Casa Branca, em Washington.
Para esse efeito, Obama considerou mesmo a actividade do nosso concidadão como “significativa”, como justificação para a distinção que lhe atribuiu
Para esse efeito o estadista americano invocou a Lei de Designação de Barões da Droga Estrangeiros.
E, ao abrigo da mesma lei, congelou os bens que o Barão, ou as suas empresas, possa ter em territórios sob controlo do Governo Americano e proibiu quaisquer
entidades dos Estados Unidos de realizarem quaisquer transacções financeiras ou comerciais com as mesmas.
No caso da Inglaterra, o título de Barão dá direito e a ser designado Sir e a um brasão que alguns penduram, em grande, por cima da porta das suas residências e outros colocam, mais discretamente, nos seus cartões-de-visita. Aguardemos para ver o que vai fazer o nosso novo Barão.
Sendo ele pessoa muito próxima dos nossos dirigentes, aconselha-se o nosso Protocolo a estudar como ele deve passar a ser tratado a partir de agora, que lugares deve ocupar, qual é a sua posição na lista protocolar das personalidades nacionais.
Um aspecto a salientar é o facto de a proibição de transacções com o novo Barão e com as suas empresas funcionar apenas em relação a cidadãos e
instituições americanas.
Isso não proíbe, por exemplo, importantes transacções, que se realizam regularmente, de tantos em tantos anos, e que consistem na aquisição, por
quantias significativas, de canetas, cachimbos e outros objectos de valor.
Segundo fonte informada me disse, a modéstia do novo Barão pode ser avaliada por declarações que terá feito, recentemente, a alguém que lhe perguntou como tinha iniciado a sua actividade comercial.
– A vender rebuçados – terá ele respondido.
Não informou, no entanto, que tipo de rebuçados vendia nem qual era o recheio deles.
Estamos a crescer, António. Pois se agora até já temos um Barão com reconhecimento internacional!
É obra!
Um abraço para ti, meu bom amigo, do
Machado da Graça
CORREIO DA MANHÃ – 04.06.2010

quarta-feira, 2 de junho de 2010

EUA condenam alegado traficante moçambicano

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos impôs sanções contra um alegado traficante de droga em Moçambique.

De acordo com a lei dos Estados Unidos, a nomeação de Mohamed Bachir Suleman congela automaticamente os bens de três dos seus negócios na América e proíbe cidadãos americanos de negociarem com ele. leia mais aqui na BBC